quarta-feira, 10 de outubro de 2018

O tempo é como uma flor.

Se as pétalas da rosa abrem-se uma a uma
As memórias daquele dia ganharão cor.
Como essas memórias nunca foram apagadas.
O tempo flui calmamente
Enquanto ele vai e volta, levado pela maré
Como se seu sorriso fosse um colar que derrete em meu peito,
Como um doce sonho
(que tive em algum lugar)
mesmo que agora você esteja
tomada pelo sol da poesia,
nossa vida se sobrepõe
Distante e sem fim, profundo
sem limites
Eu os agarrei de novo e de novo
Eu os perdi de novo de novo
Mas algum dia ganharei
seu perdão

Alan de Souza Pinheiro. 9° C - Manhã.

Um comentário:

  1. Que profundo. Eu amei, e se fosse essa garota, eu o perdoaria!😍🙌💕👏👏👏👏

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